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Debates e trocas de informações sobre novas tecnologias e soluções que impactarão o agronegócio nacional em 2020 foram os temas centrais do Top Farmers 2019, que reuniu mais de 400 grandes produtores de soja, milho e algodão do Brasil durante os dias 3 e 4 de dezembro em Campinas, SP. A AGRO1 marcou presença às atividades, recebendo expressivo número de clientes em seu stand. Além disso, a empresa estabeleceu novos contatos, que devem representar importantes parceiras em breve. Os representantes AGRO1 Leila Beledelli, Victor Yuri Goulart, Nathan Salvi e Daniel Sygel, observam que o Brasil deve produzir mais, usar novas soluções concebidas pela indústria e distribuídas pelas revendas, jogando ao solo variedades de sementes cada vez mais consistentes. Ao mesmo tempo, o evento organizado pelo Grupo Conecta consagrou a necessidade de que o produtor esteja atualizado quanto a conhecimentos, controle dos custos de produção e às novas tecnologias digitais a fim de obter melhor produtividade e resultados no campo. Cerca de duas dezenas de especialistas no tema participaram dos painéis e palestras do Top Farmers.
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O município de Passo Fundo, no norte do RS, recebeu importante evento da Bayer, quando cerca de 50 clientes da empresa, entre produtores e consultores, puderam conhecer alguns parceiros que estão na plataforma de troca de pontos Orbia, como é o caso da AGRO1, que marcou presença na atividade com o consultor Daniel e o desenvolvedor Régis. Os dois avaliaram como positiva a participação, oportunidade em que reforçaram os laços com atuais parceiros, além de abrir portas para novas parcerias.
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Integração de técnicas deve garantir o sucesso no combate, indica especialista do Grupo Agros

O bom estabelecimento da cultura da soja é um fator determinante para atingir alto potencial produtivo. No entanto, com o início do plantio, já se percebe o surgimento de elevada quantidade de lagartas capazes de causar sérios danos às lavouras. Conforme o engenheiro agrônomo Luís Fernando Chaves, da área de validação de tecnologias do Grupo Agros, entre as espécies encontradas estão a Spodoptera frugiperda (Lagarta-do-cartucho ou Lagarta militar) e Agrotis ípsilon (Lagarta-rosca) – capazes de causar severos estragos já nos primeiros estádios de desenvolvimento da cultura.
‘As espécies encontradas possuem a capacidade de sobreviver no solo e manter-se ativas em períodos de inverno, se alimentando de plantas de cobertura ou de trigo quando cultivado’, explica Luís Fernando. Segundo o especialista, quando as lagartas já estão presentes na lavoura, o ataque pode ocorrer nos primeiros momentos de desenvolvimento da cultura causando, principalmente, o corte de plântulas e, por consequência, redução do estande da cultura.
‘A redução dos problemas com essas pragas exige a integração de algumas técnicas de manejo a fim de obter um bom controle das lagartas, com segurança à lavoura, ao ambiente e ao produtor’, pontua.

Manejos possíveis
Entre os manejos que previnem o problema de ataque de lagartas, estão:
– Utilização de plantas de cobertura que não sejam preferência alimentar das lagartas;
– Dessecação antecipada da cobertura de solo que antecede a cultura da soja, auxiliando no controle do crescimento populacional das lagartas devido ao cessamento da fonte de alimento a praga;
– Outro manejo que traz benefício na presença considerável de lagartas identificadas por um bom monitoramento (aqui o uso da ferramenta Aqila pode ser decisivo), é o uso de inseticidas junto a dessecação pré-semeadura, reduzindo a população das lagartas antes da implantação da cultura.

Integração de técnicas
Conforme Luís Fernando, o uso de inseticidas no tratamento de sementes também é uma alternativa que auxilia no controle das pragas. Quanto ao uso defensivos, o engenheiro agrônomo observa que deve-se ter atenção para a utilização de produtos que tenham boa eficiência de controle, estádio de desenvolvimento da praga e também ao clima e horário no momento da aplicação.
Em resumo, orienta o especialista, o sucesso no controle de pragas deve ser refletido pela integração de várias técnicas eficientes de manejo.

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Com sorrisos no rosto e alegria no coração, as 30 crianças atendidas pela Obra Santa Marta, no bairro Progresso, em Erechim, foram surpreendidas no último Dia das Crianças pelos colaboradores do Grupo Agros. A ação, liderada pelo RH da Agros, buscou levar carinho e amor aos pequenos, a partir da realização de brincadeiras e o compartilhamento de doces adquiridos/doados pelos colaboradores.
Ações deste tipo já são tradição no Grupo Agros que, assim, pode compartilhar momentos inesquecíveis junto a entidades assistenciais responsáveis por promover o bem a crianças, jovens e adultos.

A Obra Santa Marta
Fundada em 1985 pela Congregação das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paula, a instituição iniciou seus trabalhos com o intuito de diminuir o número de crianças e adolescentes em situação de risco nas ruas de Erechim. Quando as irmãs deixam de atender o projeto, a sociedade civil assume os trabalhos com as crianças e adolescentes, em 28 de abril de 1992, com a denominação de Obra Promocional Santa Marta. Hoje a ONG volta-se mais às famílias, crianças e principalmente aos adolescentes.

 

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Evento, que será realizado em Campinas/SP, acontece nos dias 3 e 4 de dezembro
Seguindo seu processo de expansão de mercado, fortalecimento da relação com atuais e futuros clientes e a busca por informações/tendências que façam a diferença na prestação dos serviços, a AGRO1 participa pela primeira vez, na condição de expositor, do Encontro Nacional Top Farmers, no Hotel Royal Palm Hall, em Campinas/São Paulo.
O evento, organizado pelo Grupo Conecta, discutirá entre os dias 3 e 4 de dezembro temas de importância para o desenvolvimento de competências para o campo, reunindo cerca de 500 grandes produtores do país. Entre os painelistas estão nomes como o engenheiro agrônomo, Marcos Jank; e o economista Ricardo Amorim.
‘Ter a oportunidade de colocarmos nossos produtos e serviços junto aos principais produtores do país certamente será importante no projeto de crescimento da empresa. Estamos prontos para nossa primeira participação no Top Farmers’, comenta a gerente da AGRO1, Leila Beledeli.
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A gerente da AGRO1, Leila Beledeli, e a consultora da Agros, Marcia Barbieri, participaram do 4º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, realizado entre os dias 8 e 9 de outubro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.
Com foco na relevância feminina para o avanço inovador, rentável, sustentável e ético do agronegócio, as discussões reuniram algumas das principais lideranças do setor no país, permitindo a troca de ideias e experiências. ‘A partir da apresentação de cases de sucesso, entre os quais o da nossa cliente, Elisete Peter, do Grupo Koelpe, compartilhamos conhecimento e estreitamos networking’, analisa Leila Beledeli.
Nesta edição, o Congresso, que teve como tema ‘AGIR – Ação Global: Integração de Redes’ tratou de inovação, consumidor final, agroindústria, supermercados, produtores rurais, sistemas financeiros e de seguros, tecnologia e insumos de produção, ONG’s, órgãos públicos e mídia.

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O sócio fundador do Grupo Agros, engenheiro agrônomo Adalberto Coimbra, morreu aos 57 anos nesta madrugada (4) em São Paulo, onde estava internado desde a última segunda (30). Beto, com seu perfil arrojado e talento incomum para liderar com foco no resultado, esteve à frente da Agros desde o seu início, tornando o Grupo referência no agronegócio nacional.

Conforme Gilnei Molossi, que esteve ao lado de Adalberto Coimbra desde a  fundação da empresa, a principal característica do sócio era a capacidade de enxergar além dos demais. ‘O Beto foi um visionário. Um líder nato, pai e marido exemplar’, observa.

O velório de Adalberto Coimbra será realizado neste sábado (05), a partir  das 9 horas na Capela Mortuária do Hospital de Caridade de Erechim e missa às 14 horas na Catedral São José no centro da cidade

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A Receita Federal alterou para R$ 4,8 milhões a partir de 2020 o limite do faturamento mínimo anual para a entrega obrigatória do Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR). O limite anterior era de R$ 3,6 milhões. A decisão consta de instrução normativa publicada no Diário Oficial da União (DOU) de sexta-feira, 26 de julho. Para 2019, o valor será, excepcionalmente, de R$ 7,2 milhões.

Pedido da CNA
Em nota, a Receita informou que a mudança atende a pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que relatou dificuldades enfrentadas no preenchimento do documento pelos seus associados. O LCDPR é uma prestação de contas do produtor rural das principais informações tributárias e financeiras referentes às atividades agropecuárias.

AGRO1 tem a ferramenta certa
Para facilitar o processo, a AGRO1 dispõe de ferramenta apta (adequada ao AgroGestão), a fim de atender, além dos produtores, escritórios de contabilidade.

Como a AGRO1 pode facilitar a vida do produtor e dos escritórios de contabilidade?
Hoje o Software AgroGestão, da AGRO1, com base nas informações lançadas no Sistema, gera um arquivo que é transmitido diretamente à Receita, evitando o retrabalho.

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O clima seco dos últimos dias tem ajudado a definição do potencial produtivo do trigo no Rio Grande do Sul. Conforme o gestor de Clientes do Grupo Agros, engenheiro agrônomo Alcacio Binotto, o cenário indica uma boa safra em termos de produtividade. O especialista, contudo, pede que o produtor fique atento nesta reta final para a ferrugem, pulgões e lagartas (do trigo e spodopteras). Em relação à ferrugem, Alcacio pontua que o clima é propício ao aparecimento da doença. ‘Como a maioria das lavouras está entrando na última aplicação, é aconselhável o uso de produtos com efeito em ferrugem, sem relaxar em manchas’, diz.
O gestor ainda observa que a condição atual não favorece o aparecimento da giberela (que ataca a espiga), o que é bom. No entanto, como a previsão é de chuva na próxima semana, Alcacio indica a aplicação de fungicida específico para o controle nos cultivares mais tardios.
Outro fator que colabora com a previsão de bons resultados da safra é a baixa presença de bacteriose, completa o agrônomo.
Nesta safra, a área estimada pela Emater/RS-Ascar para o cultivo do trigo é de 739,4 mil, o que corresponde a 37% da área total brasileira de plantio com o grão.

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