Conversão do Novo AgroGestão é tema de Café com Conceito

O compromisso com nossos clientes acompanha o Grupo Agros desde o princípio, e neste momento, a Agro1 está em busca da conversão do AgroGestão para um novo framework, visando a continuidade do sistema e a facilidade para os usuários. Com o objetivo de disseminar entre os colaboradores os benefícios dessa mudança, o Café com Conceito desta sexta-feira, dia 10, abordou os motivos que levaram a essa transição e como ela funciona na prática.

O tema foi abordado pelos coordenadores do Desenvolvimento e Testes e Requisitos, Cleber Zulian e Marcus Mastelaro. Durante o encontro, a dupla trouxe as principais limitações do framework atual em comparação com a resolução destes na nova versão. Essa mudança implica em melhorias no processo interno, evitando retrabalhos. Para o usuário, as modificações serão perceptíveis na usabilidade, ou seja, no tempo de resposta do sistema, na velocidade do carregamento, além de possibilitar a integração com diferentes bancos de dados. O maior benefício que essa modificação agrega é a confiabilidade, o sistema ficará mais robusto e blindado.

Para os que ficaram animados com a novidade, é importante ressaltar que o novo framework está rodando em formato piloto nas propriedades do Grupo e em alguns clientes. Apesar de funcionalidades serem liberadas aos demais usuários por etapas, esse é apenas o início da mudança completa do sistema.

Metodologia ágil e Scrum pautam Café com Conceito do Grupo Agros

O Café com Conceito do Grupo Agros desta sexta-feira, 13, trouxe os métodos ágeis para o debate, abrindo espaço para que lideranças e colaboradores entendessem melhor o framework Scrum, que tem por objetivo melhorar a comunicação, a gestão e o planejamento de projetos de software.

A apresentação ficou sob a responsabilidade do coordenador do time de Inovação da Agro1, Régis Leandro Buske, e de seu colega de setor, Mateus Nava – que deu início às atividades detalhando o ‘manifesto ágil’, que pressupõe:

  • Indivíduos e interações, mais do que processos e ferramentas;
  • Software em funcionamento, mais do que documentação abrangente;
  • Colaboração com o cliente, mais do que negociação de contratos;
  • Responder a mudanças, mais do que seguir um plano.

Nava ainda pontuou os 12 princípios ágeis, responsáveis por orientar o trabalho da inovação na Agro1 e que incluem, entre outros, a satisfação do consumidor, a capacidade de aceitar as mudanças, entregas frequentes, trabalho em conjunto, desenvolvimento sustentável, e confiança e apoio.

Os três pilares do Scrum

A segunda parte do evento foi conduzida por Régis Buske. Coube a ele explicar, a partir de exemplos práticos e gráficos interativos, o Scrum e sua essência. Conforme o especialista – que já aplica o método no Grupo Agros –, o framework é baseado em três pilares: transparência, inspeção e adaptação, que têm por finalidade a entrega de um produto com excelência e qualidade ao cliente, a partir da melhora na forma de produção de softwares.

O método também segue cinco valores: coragem, foco, comprometimento, respeito e abertura – dialogando com os desafios de um mundo em constante mudança.

Como funciona

No Scrum, pontuou Régis, os projetos são divididos em ciclos chamados de Sprints – que representam um ‘Time Box’, dentro do qual um conjunto de atividades deve ser executado.  “As funcionalidades a serem implementadas em um projeto são mantidas em uma lista que é conhecida como Product Backlog. No início de cada Sprint, faz-se um Sprint Planning Meeting, ou seja, uma reunião de planejamento na qual o Product Owner prioriza os itens do Product Backlog e a equipe seleciona as atividades que ela será capaz de implementar durante o Sprint que se inicia”, detalhou, reforçando que as tarefas alocadas em um Sprint são transferidas do Product Backlog para o Sprint Backlog.

A cada dia de uma Sprint, a equipe faz uma breve reunião, chamada Daily Scrum. O objetivo é disseminar conhecimento sobre o que foi feito no dia anterior, identificar impedimentos e priorizar o trabalho que se inicia. “Ao final de um Sprint, a equipe apresenta as funcionalidades implementadas em uma Sprint Review Meeting. Finalmente, faz-se uma Sprint Retrospective e a equipe parte para o planejamento do próximo Sprint, visando a melhoria contínua do processo”, completou Régis.

Você já conhecia essa metodologia? Conta pra gente!

Antonio Carlos Ortiz fala sobre geração de resultado e uso do caixa em webinar do Grupo Agros

“O caixa é limitado. Precisamos aplicá-lo onde vai gerar mais caixa no futuro.”

A orientação é do Senior Associate da Centrec Consulting Group, Antonio Carlos Ortiz, que participou de Webinar do Grupo Agros realizada na manhã desta quinta-feira, 20. Respondendo a questionamentos e dúvidas de produtores de diversos estados do país, Ortiz foi claro em mostrar que, para que os resultados da safra continuem positivos, é necessário planejar e definir prioridade, sem jamais perder de vista a importância do equilíbrio.

O especialista também chamou a atenção para o fato de que o stress financeiro na agricultura geralmente é relacionado a crescimento forte e, ou, uso de caixa para outro empreendimento, o que, em regra, acaba em prejuízo.

A seguir, reproduzimos alguns dos conceitos trazidos por Antonio Carlos Ortiz na webinar:

📌 Analisando o desempenho do negócio, ‘cash is king’ (dinheiro é rei);

📌 Quando expandimos, ou acumulamos, usamos mais caixa. Acúmulo de estoques, vendas à prazo, expansão e Investimentos drenam o caixa;

📌 Estoques, contas a receber, lavouras (ou ativos biológicos) são contas de giro;

📌 Caixa fica preso em imobilizado também. Máquinas, infraestrutura e terra são contas de imobilizado;

📌 É importante que o produtor calcule o impacto em capital de giro dada sua forma de operar;

📌 Caixa resultado da operação não vem na mesma velocidade que o uso;

📌 Estoques, prazo de venda, inadimplência, campos em formação… Tudo isso turbina o uso do caixa;

📌 Teste se o retorno compensa a alternativa de alocação de caixa. Teste, também, se a liquidez seria negativamente afetada, antes de imobilizar;

📌 Aumento de custos pode afetar os indicadores: planeje olhando para frente;

📌 Para bom uso do caixa: parte deveria ser sempre reservada para as vacas magras e oportunidades; parte vai para o giro; parte se imobiliza.

Conheça o processo de Quebra Técnica por meio do sistema AgroGestão

Segundo informações da CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento (2021), a quebra técnica se refere à perda de peso resultante da atividade respiratória dos grãos, a perda de pó e a redução natural do teor de umidade do produto armazenado, ou seja, a quebra técnica pode ser definida como a perca de volume do grão, sendo um processo involuntário e natural.

O processo de geração da quebra técnica no Agrogestão pode ser dimensionado da seguinte forma:

  • Cadastro da vigência;
  • Fórmulas Quebra Técnica;
  • Parâmetros Descontos;
  • Cálculos Cerealistas;
  • Validação de saldos de forma macro.

A vigência nada mais é que o horizonte de tempo a ser utilizado nos cálculos cerealistas, formada por uma data inicial e uma data final pré-estabelecida. Atualmente, o sistema atende as vigências quinzenais e mensais, sendo necessário evoluir para o tipo “diário”, visto que é uma demanda recorrente de clientes situados no Sul de Minas Gerais e regiões do Sul de Goiás. A fórmula Quebra Técnica pode ser definida como um conjunto de passos que, ao ser executados, tem-se um resultado esperado, a quebra técnica em Kg. Os parâmetros descontos é uma tela muito importante para o processo de execução da quebra técnica, através dela é possível dimensionar quem vai usar (cooperante) e quanto (taxa de quebra). Por fim, a tela “Cálculos Cerealistas” é responsável por processar os cálculos de acordo com a vigência selecionada, tendo como resultado a quantidade quebrada.

Outro cálculo realizado em paralelo ao cálculo de quebra técnica, é taxa de armazenagem. Tendo um comportamento semelhante à quebra técnica, a taxa de armazenagem é normalmente cobrada em valor monetário por sacas, de acordo com o período de armazenagem do grão. Dessa forma, ao executar o cálculo da quebra técnica, consegue-se também executar o cálculo da taxa de armazenagem, gerando o financeiro referente à prestação de serviços de armazenagem.

O consultor de implantação Álif salienta, que é de extrema importância validar os cálculos cerealistas executados, com objetivo de simplificar as análises e uso do sistema de gestão. Dessa forma é possível agregar valor nos treinamentos repassados, trazendo confiabilidade e transparência na implantação do sistema para com o cliente.

Fonte: Álif R. F Reis – Consultor de Implantação AGRO1.

O relato foi construído após o treinamento realizado no dia 05 de março de 2021. O treinamento fundamentou-se primeiramente nos conceitos e em seguida pela parte prática, além das orientações quanto aos cálculos cerealistas executados.

Conheça as vantagens do Agrogestão Web

Conheça as vantagens do Agrogestão Web

A gestão à vista pode ser descrita como uma grande aliada aos processos de comunicação e engajamento entre colabores e departamentos de uma organização empresarial. A possibilidade de enxergar dados e informações em tempo real permite a construção de indicadores-chave de desempenho, favorecendo a tomada de decisões de forma segura e assertiva, reduzindo riscos potenciais e retrabalho.

Como fazer gestão à vista trazendo transparência e simplicidade no processo de tomada de decisões de forma ágil?

A resposta é simples! Através do Agrogestão Web!

Traduzindo mais de 26 anos de expertise no agronegócio e o que há de mais recente em tecnologia da informação, a Página Web vinculada ao Agrogestão permite que a organização como um todo acompanhe:

  • Fluxo de informações do Financeiro
  • Compras
  • Pesagens
  • Geoindicadores
  • Sementes
  • Customer Relationship Management (CRM)
  • Máquinas
  • Contratos de Produtos

Isso tudo de forma simples e dinâmica!

Fonte: Álif R. F. Reis – Consultor de Implantação AGRO1.

O relato foi construído após o treinamento realizado no dia 15 de março de 2021, ministrado pelo facilitador Leandro Lineker, consultor de implantação. O treinamento fundamentou-se primeiramente nos conceitos e em seguida pela parte prática, configurações e análises de resultados, além das orientações quanto à estrutura mínima exigida para o funcionamento harmônico da ferramenta.