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Nova identidade – Agro1

Na simbiose entre o agro e o tech, encontramos um novo caminho a seguir, e neste capítulo trazemos uma atualização de formas, cores e elementos que solidificam a construção da nossa história através de nossos valores. Assim, reafirmamos nosso compromisso de promover soluções completas do campo ao escritório e nosso propósito de transformar a realidade de nossos colaboradores, clientes e parceiros. O mundo mudou e nossa forma de fazer negócios também. Para simbolizar esse movimento, apresentamos a nossa nova marca para expressar visualmente essa transformação.

Manifesto: Plantamos juntos as sementes do pioneirismo. Nessa incansável jornada nos inspiramos a cada amanhecer. A cada nova estação, a oportunidade para reaprender, reavaliar, recomeçar. Num mundo em constante movimento, evolução e transformação. Nascemos no campo, sempre com os pés no chão, sem nunca deixar de contemplar o horizonte. Olhar atento às infinitas possibilidades, para que você mantenha o foco. A tecnologia nos conecta, nos aproxima, nos impulsiona. Na simbiose entre o agro e o tech, a revelação de um caminho mútuo e repleto. Do contraste à complementaridade, que promove a humanidade e o equilíbrio. Diferentes linguagens impregnadas com o sotaque que evidencia nossas raízes. Ciclos que se renovam, colheitas que nos ressignificam continuamente. Safras de conhecimento e evolução. Semeando ideias, colhemos realizações. Agro1. Soluções completas do campo ao escritório.

Dia do Milho

O Milho é uma das culturas mais cultivadas em todo o mundo com grande importância econômica, sendo matéria prima fundamental para a produção de proteína animal, fonte de energia e um dos principais cereais na fabricação de alimentos. Responsável pela segunda maior área cultivada no Brasil, sua importância é tamanha que compara-se o milho à agricultura ao aço para a indústria.

No campo, a cultura do milho é traduzida em alimento às pessoas através dos grãos, podendo, ainda, ser fornecida aos animais por meio de silagem, aproveitando toda a planta.

Por fim, vale destacar que o milho é uma das espécies com maior capacidade de acúmulo de massa seca, fundamental no sistema agrícola para rotação de culturas, melhoramento e recuperação de solos através do seu crescimento radicular e sua capacidade de ciclagem de nutrientes, tornando o sistema agrícola e agropecuário mais sustentável.

Antonio Carlos Ortiz fala sobre geração de resultado e uso do caixa em webinar do Grupo Agros

“O caixa é limitado. Precisamos aplicá-lo onde vai gerar mais caixa no futuro.”

A orientação é do Senior Associate da Centrec Consulting Group, Antonio Carlos Ortiz, que participou de Webinar do Grupo Agros realizada na manhã desta quinta-feira, 20. Respondendo a questionamentos e dúvidas de produtores de diversos estados do país, Ortiz foi claro em mostrar que, para que os resultados da safra continuem positivos, é necessário planejar e definir prioridade, sem jamais perder de vista a importância do equilíbrio.

O especialista também chamou a atenção para o fato de que o stress financeiro na agricultura geralmente é relacionado a crescimento forte e, ou, uso de caixa para outro empreendimento, o que, em regra, acaba em prejuízo.

A seguir, reproduzimos alguns dos conceitos trazidos por Antonio Carlos Ortiz na webinar:

📌 Analisando o desempenho do negócio, ‘cash is king’ (dinheiro é rei);

📌 Quando expandimos, ou acumulamos, usamos mais caixa. Acúmulo de estoques, vendas à prazo, expansão e Investimentos drenam o caixa;

📌 Estoques, contas a receber, lavouras (ou ativos biológicos) são contas de giro;

📌 Caixa fica preso em imobilizado também. Máquinas, infraestrutura e terra são contas de imobilizado;

📌 É importante que o produtor calcule o impacto em capital de giro dada sua forma de operar;

📌 Caixa resultado da operação não vem na mesma velocidade que o uso;

📌 Estoques, prazo de venda, inadimplência, campos em formação… Tudo isso turbina o uso do caixa;

📌 Teste se o retorno compensa a alternativa de alocação de caixa. Teste, também, se a liquidez seria negativamente afetada, antes de imobilizar;

📌 Aumento de custos pode afetar os indicadores: planeje olhando para frente;

📌 Para bom uso do caixa: parte deveria ser sempre reservada para as vacas magras e oportunidades; parte vai para o giro; parte se imobiliza.

Dicas para o início da safra de inverno

A safra de inverno vem chegando e com ela é importante ter alguns cuidados que vão impactar tanto a cultura subsequente como a próxima safra de verão. Sob esse prisma, o engenheiro agrônomo do Grupo Agros, Gustavo Engel, observa que é fundamental que se aproveite o momento pós-colheita para fazer ajustes e melhorias nas áreas de acordo com o histórico e o que foi observado durante a safra. Em alguns casos, pontua Engel, se faz importante o manejo com herbicida visando o controle de invasoras que possam ter sobrado no meio da cultura aproveitando a flexibilidade de se poder usar herbicidas com diferentes mecanismos de ação, além de encontrar plantas em momento mais suscetível, geralmente rebrotando.

Outra ação visando a melhoria de solo, de acordo com o especialista da assessoria da Agros, é aproveitar o momento para se fazer a análise e amostragem, agindo na correção com calcário, gessagem, entre outros, melhorando os atributos químicos.

Também é indicado utilizar plantas de cobertura ou “de serviço” visando proteger o solo da erosão, diminuir a propagação de invasoras, ciclar nutrientes e promover ganhos na biologia, física e química do solo, através da diversificação de palhada e raízes.

Essas culturas podem entrar tanto na entressafra, tendo como exemplo o trigo mourisco, nabo, milheto, ou ocupando todo o período invernal – com centeio, ervilhaca, mix de plantas. “Vale frisar que se faz necessário estar atento no manejo de invasoras de difícil controle como a buva, e para áreas com problemas latentes, como mofo branco, evitando o uso de espécies suscetíveis ou manejando as mesmas a fim de evitar o aumento do banco de escleródios”, destaca Gustavo.

Já nas áreas em que se terá cultura comercial, é importante ter cuidados com invasoras como o azevém, acertando o momento de controle, e se houver necessidade optar pelo uso de herbicidas pré-emergente como ferramenta de controle. “Também é importante realizar o monitoramento de pragas antes da semeadura, principalmente de lagartas do gênero Spodoptera, e em casos de alta infestação trabalhar com a dessecação antecipada das áreas, ou, se necessário fazer o uso de inseticidas”, finaliza.

Dia do Campo: uma data para ser comemorada

Para nós que vivemos do e no campo, este é um dia para ser comemorado! O desenvolvimento da humanidade só foi possível através do cultivo do campo, fonte de alimentação.

Hoje, com a população mundial crescendo, às áreas rurais se tornam ainda mais importantes, contribuindo para a produção de alimentos e matérias-primas essenciais ao nosso dia a dia – da mesa às nossas roupas.

O Brasil, aliás, deve muito de seu resultado econômico do último ano ao campo. O PIB do agronegócio brasileiro subiu com força ao longo de 2020 e acumulou avanço recorde de 24,31% no período, de acordo com cálculos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Neste tempo, o PIB do agronegócio brasileiro alcançou participação de 26,6% no total da riqueza nacional, tornando assim o agro uma ilha de crescimento em um ano de economia retraída.

Precisamos, sim, aproveitar o bom momento e nos prepararmos para um crescimento sustentável. Deixar a euforia de lado e trabalhar a segurança. 🇧🇷 Hoje, no entanto, aproveitamos para celebrar e agradecer ao nosso produtor que faz do campo terra fértil para abastecer a feira de sua cidade, bem como alimentar o Brasil e outras nações do mundo, tornando o Agro muito mais que POP, com resultado e geração de desenvolvimento.

Por fim, se é verdade que precisamos avançar ainda mais em relação à produção sustentável, não menos verdadeiro é que muito já foi feito – e nós, do Grupo Agros, estamos aqui, com muito orgulho e responsabilidade, para auxiliar o empreendedor rural a fazer mais e melhor.

Viva o Campo!